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Santa Casa de Andradina realizou campanha do Dia do Silêncio em Área Hospitalar

Por: Assessoria de Comunicação ISCA

 

A Organização Social de Saúde da Irmandade Santa Casa de Andradina realizou na última terça feira (3) a campanha em alusão ao Dia do Silêncio que acontecerá no sábado (7).

Segundo estudos, a tolerância ao ruído é geralmente menor durante o período de adoecimento, um ambiente com alto nível de ruído dificulta um descanso que seja confortável para os pacientes, podendo resultar em perturbação do sono, alterações psicológicas com desorientação e delírio. Além disso, a exposição ao ruído intenso pode trazer alterações fisiopatológicas no sistema cardiovascular e, possivelmente, transtornos no ritmo circadiano (ciclo biológico), sendo assim, o objetivo do projeto foi conscientizar os usuários (pacientes, acompanhantes, colaboradores, voluntários e visitantes) sobre a importância do silêncio para a recuperação, bem-estar e a saúde dos pacientes e equipes de trabalho.

O projeto do Dia do Silêncio da Santa Casa de Andradina foi elaborado e desenvolvido pela coordenadora do Centro Integrado de Humanização Layssa Leite, pelo assessor de comunicação Fernando Canevari e pela fisioterapeuta Sandy Nogueira Teixeira.

Segundo o diretor financeiro da Santa Casa de Andradina, Douglas Talhavini, “todos temos que respeitas qualquer lei que seja e, pensando em nossos pacientes, temos que desenvolver este tipo de projeto, o silêncio nas áreas do hospital é muito importante para a recuperação dos que mais necessitam, sempre cobramos nossos colaboradores quanto a Lei do Silêncio, em contra partido temos identificado um resultado acima do que esperávamos e o cumprimento a esta lei vem sendo respeitado aqui na Santa Casa”.         

De acordo com as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), o limite aceitável de ruído é diferente para cada área, em ambiente hospitalar o valor aceitável é de 35dB a 45bB (decibéis), já no setor de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), o valor não deve passar de 35dB (decibéis).

Várias leis orientam quanto aos níveis aceitáveis de ruído em diversos ambientes. De acordo com as orientações da OMS, o limite aceitável de ruído é diferente para cada área, o acréscimo de cada 3 decibéis equivale a dobrar a escala sonora subjetiva. Se o nível máximo permitido pela OMS é de 45bB, por exemplo, a sensação é de que o ambiente possui o dobro da energia sonora.

Recomendações:
– Falar baixo e o necessário dentro das unidades de internação de pacientes;

– Evitar uso de celulares (usar em modo vibração);

– Evitar calçados que produzam ruídos;

– As televisões devem ser utilizadas apenas para os pacientes, se assim o quiserem e em volume médio;

– Cuidado ao fechar gavetas, a tampa do lixo, empurrar as cadeiras, carrinhos de banho;

– Telefone fixo do posto, manter no nível adequado de volume.

– Evite conversas nos corredores e leitos. Se necessário, procure local adequado e fale em voz baixa;

– Evite levar crianças para visitas, elas se estressam mais facilmente e são menos sensíveis ao nosso apelo.

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